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Os parapentes foram desenvolvidos a partir da decada de 60, mas só chegaram à Europa em 1978, altura em que se começou a praticar o voo livre em zonas montanhosas. O parapente é um derivado longínquo do pára-quedas. Ele transporta-se às costas dentro de um saco que contém todo o material necessário. Esta modalidade tem tido um progresso extraordinário tanto em termos de segurança, como de performance. Os parapentes tem velocidades entre 25 e 60km/h.
As asas rígidas são engenhos semelhantes a asas delta que descolam pelo pé do piloto mas com uma estrutura rígida e tem uma performance mais elevada porém com um custo também mais elevado. O seu controlo não é feito com a deslocação do peso mas por movimentação de superfícies aerodinâmicas à semelhança do que ocorre com os planadores. Sendo uma modalidade de elevado potencial de risco, não quer dizer que seja perigosa. Desde que os riscos sejam conhecidos e estejam correctamente identificados, se respeitarem os nossos limites e os limites do voo propriamente ditos não corremos qualquer risco, e acho ser este o grande papel das escolas, alertar e educar os futuros pilotos para que nunca subestimem os riscos inerentes à modalidade, tal como na aviação comercial o risco existe, mas no entanto não deixa de ser o meio de transporte mais seguro. Consulte aqui os nossos cursos de Piloto Autónomo de Parapente.
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